
Último obstáculo antes da inscrição para os estudantes estrangeiros recém ingressados na Itália. Gezka (Asal): “o mais difícil é chegar à Itália.”
Roma, 1 de setembro de 2010 – Última etapa para os aspirantes efetuarem as matrículas. Hoje, os estudantes estrangeiros que entraram na Itália nos últimos dias, para se inscrevem nas universidades do país, deverão enfrentar a prova de italiano, obrigatório para quem não tem um título reconhecido que certifique um conhecimento suficiente da língua italiana. E nos próximos dias, quem escolheu uma faculdade a número fechado deverá realizar também, como os estudantes italianos, ao teste de admissão.
O caminho desses jovens iniciou em maio, quando apresentaram os pedidos de pré-inscrição por intermédio dos consulados italianos nos seus respectivos países. As listas dos candidatos admitidos foram divulgadas neste mês e, logo depois, as representações do governo italiano em vários países emitiram os vistos de ingressos para que os candidatos pudessem entrar na Itália para a prova de italiano.
O exame de hoje não é a barreira mais complicada a ser superada. “A prova não é difícil. Quando fiz, consistia em uma conversação com a comissão, durante a qual me pediram para ler e traduzir um pequeno texto”, conta Ergys Gezka, 25, presidente da Associação dos Estudantes Albaneses de Lecce. “A parte mais complicada é conseguir chegar à Itália, porque o procedimento de inscrição no exterior é longo. Além de todos os documentos exigidos, existem as entrevistas no Consulado e a longa espera para finalmente conseguir o visto de ingresso. Muitos ficam de fora”, recorda Gezka.
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