Estimativa da Câmara do Comércio de Milão indica que oito Regiões estariam no vermelho sem a contribuição dos empreendedores estrangeiros.
Milão, 13 de janeiro de 2010 - O sistema produtivo italiano, nos últimos 10 anos, estaria mais pobre sem a contribuição dos negócios abertos pelos estrangeiros: seriam quase 285 mil empresas a menos, ou seja quase duas a cada três (62%) das novas empresas ativadas entre 2000 e 2010 (equivalente a 455 mil),
Os dados emergem de um levantamento da Câmara de Comércio de Milão sobre dados do registro das empresas no terceiro trimestre de 2010. Em comparação ao mesmo período de 2000, relativos às firmas individuais, mas também àquelas de natureza jurídica mais complexa, que agregam mais empreendedores, estrangeiros ou italianos, em torno a mesma atividade.
De 2000 a 2010, as empresas controladas por cidadãos estrangeiros cresceram 200,7%, em comparação a um crescimento médio de 9,4%, que diminui para 3,6% quando se considera apenas as empresas com titulares italianos.
Sem a contribuição dos estrangeiros, oito regiões estariam em vermelho: o Piemonte registra por exemplo um crescimento de 6,4% em 10 anos, que cairia para - 0,1% sem empresas estrangeiras. O mesmo acontece com a Ligúria (de +7% para -0,6%) e Emilia Romagna (de +5,5% a -1,4%).
Os empreendedores nascidos no exterior também influem positivamente em Basilicata, Puglia, Sicilia, Marche, Veneto, Ravenna, Imperia, Treviso, Rovigo, Prato, Pesaro, Urbino, Chieti, Caltanisetta, Bologna, Mantova, Verbano Cusio Ossola, Macerata, Forli'-Cesena, Arezzo, Savona, Catania, Vicenza, Vercelli, Piacenza, Ancona, Ascoli Piceno, Cremona, Benevento, Grosseto, Pistoia e Bari.
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