
Segundo Marino, apenas 50% das crianças imigrantes têm assistência pediátrica
“O princípio de ‘ius solis’ (reconhecimento da cidadania do país onde se nasce) é o melhor modo para se resolver o problema dos imigrantes de segunda geração e, portanto, deve ser discutido pelo Parlamento italiano”. A afirmação é do senador Ignazio Marino, presidente da Comissão Parlamentar sobre a eficiência do Serviço Público de Saúde.
Durante um convênio sobre a saúde das mães e das crianças imigrantes, Marino ressaltou que o direito à Saúde é garantido pela Constituição italiana, inclusive aos estrangeiros. “É preciso nos esforçarmos para garantir a completa aplicação do artigo 32 da Constituição, que estabelece o direito de acesso ao serviço público de saúde a todos os indivíduos”. “É necessário corrigir a situação atual, onde apenas 50% dos filhos de imigrantes contam com a assistência de um pediatra’, disse.
O presidente da comissão fez um apelo aos políticos e representantes de instiutições públicas para que enfrentrem a questão relativa às mulheres imigrantes que possuem uma permissão de estadia temporária para tratamentos médicos, válidas por seis meses. A proposta do senador é a de prorrogar para um ano a validade deste documento de residência para que as mulheres possam ter tempo para procurarem um emprego no país.
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