“Para dar trabalho regular aos imigrantes”. As solicitações da Cemi e Cei sobre os desembarques na Sicília.
Roma, 21 de fevereiro de 2011 – Considerando também os novos desembarques na Sicília, é necessário um decreto fluxo extraordinário para oferecer trabalho regular aos imigrantes. A solicitação foi feita, dias atrás por intermédio de uma nota, pela Comissão Episcopal para as Imigrações (Cemi) do Conselho Episcopal Italiano (Cei) e pela Fundação Migrantes.
“Hoje, quem foge do norte da África tem medo de uma guerra civil, portanto, é importante saber acolher as pessoas que pedem proteção internacional, construindo instrumentos que possam oferecer asilo, proteção extra, humanitária ou temporária”, afirmam os bispos no comunicado.
A Cemi e a Fundação Migrantes, enfatiza a nota, espera um “reforço” e “a criação de um percurso estrutural de integração aos requerentes de asilo e refugiados na Itália”. Além disso, o fortalecimento da “cooperação internacional nos países do norte da África por meio de recursos e planos de desenvolvimento que não visem somente a criação de macroprojetos, mas também de microprojetos, construídos com a participação da sociedade, e que possam atender imediatamente as necessidades das famílias nas cidades norte africanas”.
A entidades religiosas convidam, enfim, as comunidades cristãs na Itália, principalmente àquelas presentes na Sicília, “a um suplemento de hospitalidade, com gestos que permitam também a classe política, a nível local, regional e nacional, a não responder com o fechamento, a rejeição, ou somente na emergência, os pedidos de justiça, de paz e de proteção que hoje são solicitados por povos, famílias e pessoas em trânsito”.
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