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| Maxi-regularização para badanti é reprovada |
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Emenda do Pdl, prevendo a concessão de “permesso” para todas as “badanti” clandestinas, não foi aprovada. Roma, 27 junho 2009 – O decreto-lei segurança viaja em direção à aprovação final sem qualquer modificação. No dia 24, a Comissão de Assuntos Constitucionais e Justiça do Senado encerrou as discussões sobre introdução de emendas e o texto deverá ser votado na próxima para terça-feira. Os votos da maioria foram contrários às modificações propostas pelos partidos de centro-esquerda. Entre elas, também àquela de Emanuela Baio, do Pd, que contemplaria as “badanti” irregulares. A proposta da senadora propunha prazo de três meses para regularizar as pessoas que “desenvolvem atividades de assistência aos” e que correm o risco de serem denunciadas pelo crime de imigração clandestina.
“Se poderia fazer um primeiro passo em direção a legalidade, mas embora os dados evidenciem também a importância econômica que a regularização das “badantis” comportaria, a maioria prefere o trabalho negro”, disparou Emanuela Baio. “Quem paga as despesas da incapacidade para se ler a realidade são as ‘badanti’ e as famílias italianas”, complementou a senadora do PD, evidenciando o fato que o empregador que mantém em casa uma colaboradora doméstica irregular corre o risco de ser punido com uma pena que varia de 6 meses a três anos de reclusão ou multa de cinco mil euros”. O “stop” à regularização foi contestado também pelos representantes da maioria. O deputado do Pdl Benedetto Della Vedova definiu como erro a não aprovação de “plano de regularização dos imigrantes que trabalham na Itália”. Segundo Della, seria “irracional” atingir as “badanti” e seus empregaodres, com o risco que a lei “não venha a ser aplicada". Escrever comentário
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