Cem soldados irão integrar os serviços de ordem pública relacionados ao desembarque de imigrantes
Cem soldados do exército serão enviados à ilha de Lampedusa nos próximos dias para integrarem o serviço de ordem pública relacionado ao desembarque de imigrantes clandestinos. Outros 50 soldados serão enviados a Mineo, na Provícnia de Catania, para onde serão transferidos os estrangeiros que solicitarem asilo político.
O ministro da Defesa, Ignazio La Russa, afirmou ter disponibilizado, ao todo, 200 militares. “A tranferência dos soldados depende da decisão de cada 'Preffetura' envolvida com o problema dos desembarques clandestinos”.
A decisão de envolver o exértio foi criticada pelo sindicato Cigl da Sícilia. “Acreditamos que a situação atual, por mais difícil que seja, não atingiu, pelo menos por enquanto, níveis de emergência como afirma o ministro do Interior, Roberto Maroni”, diz uma nota divulgada pelo sindicato. “Certamente, a situação está em evolução e deve ser monitorada para permitir intervenções adequadas. Entretanto, queremos saber de que forma o exército pode ser útil”, questiona a Cigl.
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