“Reconhecer a cidadania italiana a milhões de jovens imigrantes registrados na Itália significa relançar um país que está cada vez mais velho. Um milhão de jovens é uma riqueza emu m momento de declínio da identidade nacional.”
As afirmações do deputado Fabio Granata, do movimento Fli, foram pronunciadas durante um convênio organizado no Senado pela associação “Cittadinanzattiva” e pela Embaixada dos Estanos Unidos, no dia 25 de janeiro.
Segundo Granata, “é necessário superar a legislação de 1992, baseada rigidamente no princípio de ‘ius sanguinis’ (segundo a qual os filhos têm a mesma nacionalidade dos pais), até porque existe uma grandes possibilidades para uma cidadania ativa por parte dos imigrantes mais jovens”.
“Os jovens representam uma riqueza para a unidade do país. A Itália, historicamente, tem a capacidade de ser aberta e, ao mesmo tempo, manter o seu núcleo original”, disse.
Para a vice-presidente do Senado, Emma Bonino, “è importante superar o estereótipo que compara os imigrantes a criminosos”.
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