Segundo o ministro do Interior, Roberto Maroni, o país precisa de pelo menos 100 milhões de euros da Europa para administrar a emergência imigração
Após a recente polêmica entre o governo italiano e a comissária para Assuntos Internos da União Européia, Ceclia Malmstrom, sobre o pedido de ajuda para combater a onda de imigração proveniente dos países norte-africanos, o ministro do Interior, Roberto Raroni, apresentou à Câmera dos Deputados uma lista de medidas que, segundo ele, “foram solicitiadas à Comissão Eruopeia, não ontem, mas dois anos atrás”.
1) “Elaboração por parte da Frontex (agência europeia responsável pelo controle das fronteiras) de um relatório sobre os riscos relativos à atual situação de instabilidade nos países norte-africanos e sobre os cenários migratórios, para ser apresentado no próximo Conselho de Justiça e Assuntos Internos da União Europeia”,
2) Avaliação da possibilidade de realizar patrulhas conjuntas com outros Estados membros no território marítimo da Tunísia, com o consenso da Tunísia, para interceptar embarcações e garantir a seguranças dos imigrante”,
3) “Adoção, por todos os Estados membros, do princípio ‘burden sharing’, ou seja, a divisão dos esforços relativos à gestão tantos dos refugiados, quanto dos solicitantes de asilo e dos clandestino”,
4) “Realização, em até 2012, de um sistema único de concessão de asilo, válido em todo a Europa”,
5) “Ativação de programas regionais de assistência específicos, com um adequado envolvimento da Agência da Onu para Refugiados”,
6) Intensificação dos esforços voltados à aplicação do ‘memorandum União Europeia-Líbia’, assinado em outubro de 2010 e ainda não ativado”,
7) “Envolvimento da Europol (polícia europeia) no desenvolvimento de análises específicas sobre atividades criminais e terrorísticas favorecidas pela crise no Norte da África,
8) “Destinação de um fundo extraordinário de pelo menos 100 milhões de euros para a atual emergência”.
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