Hepatite B e C afeta dois milhões de pessoas e causa 10 mil mortos por ano na Itália.
Roma, 21 de maio de 2010 - Dois milhões de pessoas afetadas pelo vírus da hepatite B e C, muitas das quais “submersas”. Dez mil mortos a cada ano, devido complicações por cirrose e tumores. Enfim, na Itália, a hepatite mata 50 vezes mais que a AIDS. Os dados, apresentados durante a celebração da Jornada Mundial da Hepatite (18) no Senado, revelam também que os cidadãos estrangeiros são aqueles que constituem o grupo de maior risco.
Entre as medidas apresentadas pelas associações de especialistas e de pacientes para conter o avanço da doença no País consta a oferta de vacinas anti-hepatite B aos imigrantes, principalmente aqueles oriundos de países a risco, como Rússia, China e aqueles do Leste Europeu e do sul do Mediterrâneo. A vacinação é defendida também para os conviventes de portadores do vírus B, tóxico-dependentes e presos.
Outras providencias seriam o reforço de atividades de prevenção, como vigilância nos locais que praticam piercing e tatuagem; diagnósticos precoces em pessoas a risco de contágio; criação de registros de notificação sobre novos diagnósticos e mortalidade por hepatites virais crônicas; incentivos para pesquisa; e sustentação de associações de voluntariados que ajudam pacientes e familiares.
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