Ingressos serão distribuídos entre as várias federais esportivas. Roma, 28 de junho de 2010 – Craques ou atletas sem talento, profissionais ou amadores, jogadores com contratos milionários e, ainda, os ciclistas com remunerações decisivamente mais modestas, serão ao máximo 1.395, 26 a menos em relação o ano passado, os atletas extracomunitários que poderão ingressar na Itália na estação 2010/2011. Um dia depois do fracasso da “azzurra”, em meio a polêmica dos jogadores estrangeiros levantada pela Lega Nord, o Conselho Nacional do Comitê Olímpico Nacional Italiano (CONI) fixou, dia 25, o teto máximo de ingressos, primeira passagem para o decreto fluxos para os esportistas. Exatamente como para outros trabalhadores extracomunitários, eles também devem se submeter ao sistema das cotas que, porém, não é conexo com aquele que regulamenta o ingresso de “colf”, “badanti”, operários ou pedreiros. A programação é feita pelo CONI, mas a autorização oficial é feita por meio de um decreto do ministério dos Bens e Atividades Culturais. A “bola” retorna depois ao CONI, que distribui os ingressos entre as várias federações esportivas (atletismo, futebol, ciclismo, natação etc), tendo o cuidado de garantir o recrutamento dos mais jovens. E, ainda, não enchendo algumas disciplinas com tantos estrangeiros para não penalizar as novas gerações italianas. Em base a essas cotas, as sociedades esportivas poderão depois apresentar os pedidos às respectivas federações para trazer à Italia e depois associar os atletas estrangeiros, que como todos os outros imigrantes, uma vez aqui, poderão pedir o “permesso di soggiorno”.
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