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Bocchino: “Falta uma política de integração"

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“Embora tenham mais visibilidade, apenas 15% dos imigrantes chegam ao país em barcos clandestinos”, diz vice-presidente do partido FLI


 

“Muita repressão e pouca integração”. Em síntese, esta é a opinião de Italo Bocchino, vice-presidente do partido FLI (“Futuro e Libertà per l’Italia”), sobre a atual política de imigração. “O governo fez uma ótima política com relação ao controle e à segurança. Mas apenas 15% dos imigrantes chegam à Itália em embarcações clandestinas. Certamente este tipo de imigração tem mais visibilidade do que um único estrangeiro que atravesse a fronteira irregularmente e que, uma vez na Itália, se disperse pelo país”, disse Bocchino em entrevista à rede televisiva La7.

“Com relação a uma estratégia para o futuro, muito pouco foi feito. Não há um programa de integração. Temos 5 milhões de estrangeiros que vivem na Itália e contribuem com a nossa economia e quase 1 milhão de pessoas que nasceram na Itália, filhas de imigrantes”, disse.

O “finiano” acusa a Lega Nord de atuar uma política repressiva. “A Lega impôs ao governo uma política migratória que visa apenas a repressão da clandetinidade, e não a integração destas 5 milhões de pessoas que, por sua vez, farão milhões de filhos”, disse Bocchino.

 

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Última atualização em Qua, 23 de Fevereiro de 2011 07:02