
Entrevistadas mil empresas entre a União Europeia e os Estados Unidos. Sete sobre 10 têm dependentes estrangeiros.
Roma, 27 de julho de 2010 – As empresas internacionais não temem absolutamente um futuro multiétnico, ao contrário, preveem que com trabalhadores de tantas nacionalidades se possa maximizar os negócios. É o que demonstra uma pesquisa conduzida pela Junior Achievement, associação sem fins lucrativos para a promoção da economia na escola, que recolheu mais de mil entrevistas de empresas européias e norte-americanas.
Japoneses, chineses e coreanos são considerados os especialistas em vendas. Os orientais são considerados os melhores na área de tecnologia de informação e, juntamente com os trabalhadores provenientes do Leste Europeu, são fundamentais na produção. Mais de 80% dos entrevistados declararam também que ativaram nas empresas processos de integração cultural.
A pesquisa revelou, ainda, que a multiculturalidade já é um dado de fato: 70% das empresas declararam ter um componente estrangeiro. Com números destinados a crescer nos próximos anos, quase uma empresa sobre quatro prevê, até 2015, um incremento entre 11 e 20% no número de trabalhadores estrangeiros
“Emerge mais vez que a diversidade é um valor, mas hoje é claro que para gerenciar a diversidade é necessário valorizar a contribuição única de cada pessoa em uma empresa para alcançar um objetivo comum”, comenta Stefano Scabbio, presidente da Junior Achievement Italia.
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