
Na contrapartida do crescimento de partos cesáreos na Itália, mulheres imigradas preferem o natural e realizado em casa
Depois que diversos hospitais da Grã Bretanha anunciaram a proibição do parto cesárea, para abaixar os custos, a Itália também decidiu adotar alguns procedimentos, visto que as estimativas indicam que 38,2% das mulheres no país prefere a cesariana, ao parto normal, quando a média estabelecida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) é 15%.
O Ministro da Saúde, Renato Balduzzi, requisitou aos “carabinieri” do Nas (Núcleo anti-sofisticação) que controlem as estruturas públicas e privadas com objetivo de verificar um eventual uso “não apropriado” de cesariana na Itália.
Sobre este tema, o presidente da Associação dos Médicos de Origem Estrangeira na Itália (AMSI), Foad Aodi, revelou que, na contrapartida do crescimento dos partos cirúrgicos entre italianas, as mulheres estrangeiras têm um posicionamento diferente. “Em base a nossa experiência com os ambulatórios AMSI para estrangeiros podemos dizer que as mulheres imigradas, em particular as mulçumanas, preferem o parto natural e também aquele feito em casa”, disse Aodi.
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