O presidente francês quer consquistar os votos da extrema direita
NicolasSarkozy se joga àdireita:superado com grande margem de diferneça nas pesquisas eleitorias pelo rival socialistaFrançois Hollande, o presidente francês declarou-se favorável à redução dos fluxos de imigração e contrário ao direito de voto aos estrangeiros, durante um discurso em Bordeaux, quinze dias após o início da disputa presidencial.
"Temos que reduzir o número de chegadas em nosso país e por isso é necessário impormos condições ao reagrupamento familiar, como ter um trabalho, uma moradia decente e demosntrar um empenho emaprender a língua francesa", disse Sarkozy. Segundo ele, "conceder o direito de voto aos estrangeiros, separando-o do direito à cidadania, à nacionalidade, seria conspirar contra a República, abrir o caminho para o voto comunitário e deixar os prefeitos das comunidades à mercê de chantagens das comunidades". Há alguns anos, o presidente francês tinha deixado em aberto a hipóstese de conceder aos imigrantes o direito de votarem em eleições locais, proposta contida no programa eleitoral do rival Hollande.
Com relação à questão da segurançapública, Sarkozy propõe que os prisioneiros "não possam se beneficiar da liberdade condicional antes de terem cumprido pelo menos dois terços da pena”.
"Sarko" parece disposto a consquistar, não tanto o voto dos indecisos, quanto os de extrema direita da Frente Nacional, considerada aterceira maior força eleitoral e capaz de decidir o resultado das eleiçõe: de acordo com as pesquisas, Hollande estaria em primeiro lugar, com 31,5% de intenções de voto, enquanto Sarkozy teria 27% e Marine Le Pen, 16%.






O novo relatório da Comissão Europeia contra o Racismo e a Intolerância aponta o dedo contra os discursos políticos, a desocupação forçada dos campos nômades, o reenvio apressado e o acolhimento inadequado de refugiados. 
