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Imigração

Crise. Scola: “Mais imigrantes serão arrastados para a ilegalidade”

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O arcebispo de Milão: “Mesmo com a escassez de trabalho, os imigrantes não  retornarão aos seus países de origem. Sem governabilidade, implicações sociais graves”

 

Uma “grave crise econômica e ocupacional, se não governada, tem implicações sociais graves para uma sociedade como a nossa”,  ressaltou o arcebispo de Milão, cardeal Angelo Scola, durante a conferência “Mais social no social”, realizada pela Fundação Cariplo e Pubblicità Progresso.  

 

Ao citar o exemplo dos trabalhadores estrangeiros desempregados, Scola afirmou que nem a crise econômica motivará o retorno dos imigrantes aos seus países de origem.

 

“A crise do mercado de trabalho, teoricamente, deveria estimular os imigrantes a retornarem dentro de poucos meses aos seus países. Entretanto, as realidades de onde muitos saíram sofrem uma instabilidade política endêmica, quando não são vitimas de uma guerra civil ou de um estado de extrema carestia. Isso torna mais provável que os imigrantes optem por permanecer no país que os hospeda mesmo na ilegalidade e enfrentando os problemas decorrentes da clandestinidade”, concluiu Scola.  

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Veja como enviar os requerimentos para contratação de trabalhadores temporários

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Passo a passo para se registrar, preencher e enviar o formulário. Guia ilustrado para os empregadores

 

Até o final do ano, empregadores, da agricultura e do turismo/hotelaria,  podem apresentar os requerimentos para contratação de trabalhadores temporários extracomunitários, para os quais foram autorizados 35 mil ingressos. Todo procedimento deve ser feito pela internet, acessando o site nullaostalavoro.interno.it.

Depois, basta seguir o guia ilustrado abaixo:

 

 

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Para crescer, Alemanha precisa de 200 mil imigrantes por ano

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Governo quer atrair mão-de-obra qualificada


A Alemanha precisa de cerca de 200 mil imigrantes a mais, a cada ano, para compensar o declínio na sua taxa demográfica e sustentar o seu crescimento econômico.

A estimativa é do banco Bundesbank, que afirma que a contribuição regular da mã-de-obra estrangeira deve ser associada a reformas que visem prolongar a duração da vida ativa e facilitar a vida profissional das pessoas com filhos dependentes. O governo alemão pretende aumentar para 67 anos a idade mínima para se aposentador e está empenhado em atrair cada vez mais imigrantes, especialmente trabalhadores qualificados como engenheiros, informáticos e enfermeiros.

Em 2011, a Alemanha recebeu 177.300 imigrantes, provenientes principalmente da Europa Central e Oriental, o que representa um aumento de 2,6% em relação ao ano anterior, o índice mais alto dos últimos 15 anos. Atualmente no país existem mais de 10,6 milhões de imigrantes, de um total de população de 81,7 milhões pessoas.

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Arci promove mobilitação para entrada nos 'Cies'

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Acesso de jornalistas aos Centros de Detençãoe Expulsão de Imigrantes ainda é restrito


“Apesar das iniciativas de denúncia e de mobilização organizadas na Europa e na Itália, ainda é extremamente difícil entrar nos Centros de Identificação e Expulsão de Imigrantes para ver e descrever as condições em que eles são mantidos e garantir, assim, o direito à informação''.

A denúncia consta de um comunicado divugado pela associação Arci. “Através da campanha ‘Open Access Now: Abram as portas!’, que está sendo realizada em toda a Europa, diversas redes e organizações têm apresentado às autoridades competentes pedidos de autorização para a entrada nestes centros. As respostas, quando chegam, na maioria das vezes  são negativas”.

“Na Itália, apesar da decisão da ministra do Interior Anna Maria Cancellieri de suspender a proibição de entrada no Cies (Centros de identificação e expulsão) e nos Centros de Acolhimento para Requerentes de Asilo), que haiva sido imposta em 2011 pelo então ministro Maroni, a  possibilidade de acesso não é garantida e, a maioria das vezes, depende da discricionalidade da  autoridades do território onde a estrutura está instalda”, afirma a Arci.

“Desta forma, a campanha nacional “LasciateCIEntrare”, em sinergia com a iniciativa europeia, irá promover uma mobilização entre os dias 23 e 27 de abril com a pariticipação de ativistas, jornalistas, advogados e parlamentares que irão solicitar autorização para poderem para visitar os centros onde os imigrantes são detidos”.
A Arci irá participar das visitas organizadas, a começar da que será realizada hoje, no Cie de Bolonha.  Em seguida, a associação estará presente na visita ao Cie de Milão, no dia 25 de abril,  onde está proibida, há meses, a entrada de qualquer pessoa, inclusive dos advogados dos imigrantes. Ainda no âmbito da campanha, serão visitados os centros de Trapani Milo, ao aeroporto Fiumicino, em Roma e, finalmente, ao Cie de Bari Palese.


''Tudo isso para recordar que  a democracia, os direitos e a transparência devem ser garantidos sempre e em toda parte'', diz a Arci.

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Riccardi: ‘ius culturale’ é a chava para a cidadania aos filhos de imigrantes

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O sistema ‘ius sanguinis’ deve dar lugar aos requisitos culturais, afirma ministro da Integração

A chave para abrir as portas da cidadania italiana para muitos jovens, filhos de pais estrangeiros, que nasceram e cresceram na Itália está no “ius culturale”. A afirmação é do ministro da Cooperação Internacional e Integração, Andrea Riccardi, e foi fieta durante a aparesentação do relatório anual sobre Infância e Adolescência, realizada na Câmera dos Deputados.

"Vejo que cada vez mais aumenta a consicência de que  o prinícipio ‘ius sanguini’ (sistema que confere a cidadania por descendência) não é mais capaz de atender às necessidade de uma nação que se torna cada dia mais variada, mas que rpetende ser coesa”.  O princípio ‘ius sanguinis’ não permite aceitar os filhos de imigrantes que "falam a nossa língua, estudam a nossa história, nossa literatura, e torcem para nossos times de futebol”, disse Riccardi.

"Por isso, sugiro que o ‘ius sanguinis’ dê lugar ao ‘ius culturale’, para destacar, inclusive legislativamente, a passagem para um sistema que reconheça a importância da conclusão de um ciclo escolar, que é o ponto de chegada de um caminho de inclusão e cidadania. Digo isso a título pessoal, mas confio que esta exigência em breve será antendida”, concluiu.

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Última atualização em Qui, 19 de Abril de 2012 12:47